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Condições de Trabalho dos Profissionais de Enfermagem e Atuação Ergonôc

     

INTRODUÇÃO A prevalência de problemas osteomusculares entre profissionais de enfermagem salienta a necessidade de mais estudos para entender melhor o problema e fornecer abordagens eficazes para lidar com essa condição. O particular interesse pelo tema surgiu do acompanhamento do cotidiano do pessoal de Enfermagem e da preocupação dos possíveis efeitos das condições de trabalho na saúde e na vida do profissional de enfermagem, gerando muitas vezes problemas posturais que levam ao afastamento e ao sofrimento físico desses profissionais que podem ser atenuados e prevenidos através de adequação do posto de trabalho e cinesioterapia laboral. Dentro de um contexto assistencial, essa temática torna-se de extrema relevância, pois garante a prestação dos serviços de forma afetiva e efetiva, proporciona a adequação das condições de trabalho na prática do cotidiano e eleva o grau de conforto e saúde a todos, seja ele o trabalhador ou o cliente. Isto evidencia que a abordagem ergonômica deverá considerar os diversos aspectos da complexidade do ser humano, de forma a congregar conhecimentos produzidos em diversa áreas do conhecimento e contribuir aos trabalhadores na compreensão do seu processo de trabalho e nas possibilidades de transformação das suas condições de trabalho1. Assim, é objetivo deste artigo levantar através de revisão bibliográfica as principais queixas dos trabalhadores de Enfermagem descrevendo métodos de intervenção ergonômica dando ênfase a postura laboral e a programas de exercícios utilizados para melhora da qualidade de saúde repercutindo positivamente na vida do profissional de Enfermagem. Para tanto será realizada uma revisão sistemática, articulando evidências empíricas produzidas por trabalhos científicos de diferentes autores sobre o tema em questão. Para a elaboração desse estudo, considerou-se a inclusão de artigos publicados em revistas indexadas, livros, monografias e dissertações. A situação de trabalho dos profissionais de Enfermagem Desde a década de 30, a Organização Mundial do Trabalho (OIT) em conjunto com a Organização Mundial da Saúde (OMS) vêm estudando a profissão de enfermeiro, identificando a situação precária desses trabalhadores. Isto devido aos riscos que o ambiente hospitalar oferece e principalmente aos aspectos penosos das atividades peculiares à assistência de enfermagem entre os quais destaca-se: falta de estrutura adequada, inexistência, insuficiência ou inadaptação de materiais, ausência de equipe capacitada, falta organização do ambiente e planejamento de tarefas, longas distâncias percorridas durante a jornada de trabalho, dimensão inadequada de mobiliários, desrespeito aos ritmos biológicos e aos horários de alimentação entre outros1,2. Embora os hospitais estejam associados a prestação de serviços à saúde, visando a assistência, o tratamento e a cura daqueles acometidos pela doença. No entanto alguns autores entendem ser o hospital, um ambiente insalubre e que apresenta uma variedade de riscos de exposição, favorecendo o surgimento de enfermidades e a ocorrência de acidentes de trabalho, principalmente nos trabalhadores de enfermagem que permanecem grande parte de suas vidas em seu local de trabalho 3,4. Nos ambientes hospitalares, os distúrbios de saúde estão mais relacionados aos Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho – DORT, devido à sobrecarga da musculatura estática por períodos ortostáticos prolongados e ao excesso de força sobre os músculos paravertebrais, exigidos em tarefas laborais específicas5. A movimentação de pacientes no leito tem sido apontada pela equipe de enfermagem como a atividade mais desgastante fisicamente gerando um número elevado de incapacidade física, sobretudo devido a inadequação dos mobiliários e recursos instrumentais utilizados e já os longos períodos em posturas penosas são resultantes, em parte, da inadequação do material que geralmente não corresponde ás características antropométricas da população, tanto com quem cuida como de quem é cuidado6,7. Incidência dos problemas posturais na Equipe de Enfermagem Knoplich8 define postura como sendo um arranjo das partes do corpo e que se considera boa postura, o equilíbrio entre as estruturas de suporte do corpo, os músculos, os ossos, os quais protegem o mesmo contra uma agressão ou deformidade progressiva. A má postura, é considerada por Marziale9 como sendo aquela na qual existe uma falha de relacionamento das várias partes corporais, que induz a um aumento de agressão às estruturas de suporte e resulta em equilíbrio menos eficiente do corpo sobre suas bases. Determinadas posturas e movimentações adotadas por um trabalhador repetidamente durante anos podem afetar a sua musculatura e a sua constituição ósseo-articular, principalmente a da coluna e dos membros Essas posturas inadequadas são adotadas pela interação de fatores ocupacionais e individuais que incluem a organização do trabalho, as dimensões do posto de trabalho, o equipamento, as ferramentas utilizadas e as características antropométricas do indivíduo10. Segundo Nascimento & Moraes11 no trabalho em pé ocorre sobrecarga dos músculos da região lombar e membros inferiores; e no trabalho de cargas ocorre sobrecarga dos músculos do corpo como um todo, porém os músculos da cintura escapular, membros superiores, região lombar e membros inferiores. Essas posturas em curto prazo podem resultar em dores que se prolongam além do horário de trabalho e a longo prazo em lesões permanentes e deformidades músculo-esqueléticas. Entre essas afecções estão incluídas as enfermidades da coluna vertebral sendo que as dores e queixas crônicas relacionadas com a coluna vertebral constituem um complexo desafio para a Saúde Ocupacional12. Pesquisadores de várias partes do mundo têm demonstrado que os trabalhadores de enfermagem apresentam maior ocorrência de algias e lesões dorsais ocupacionais quando comparados a outros grupos de profissionais7,13, 14. As algias da coluna no pessoal de enfermagem podem ser atribuídas a vários fatores, individuais e profissionais, tais como: espaço físico inadequado, equipamentos em más condições de uso devido à manutenção insatisfatória ou inexistente, quadro de funcionários reduzido e dupla jornada de trabalho4,15. Marras16 pesquisando a influencia dos fatores individuais nas lesões da coluna, na enfermagem, observou que a idade para surgirem os sintomas varia de 35 a 55 anos. Parada et al 17 através do levantamento das comunicações de acidente do trabalho (CAT) de um hospital universitário no período de janeiro de 1990 a dezembro de 1997, analisaram determinadas características da ocorrência de acidentes do trabalho relacionados com a coluna vertebral em trabalhadores de enfermagem. Os resultados mostram que dos 531 acidentes notificados nesse período 37 (7,0%) destes eram acidentes comprometeram a coluna vertebral sendo a principal motivo a movimentação e transporte de equipamentos e pacientes e pelas quedas. A inadequação da altura das superfícies induz o trabalhador a curvar sua coluna vertebral ao executar suas atividades podendo ser considerado como fator predisponente ao aparecimento de lombalgias, problema de saúde muito freqüente entre os trabalhadores de enfermagem7,10,18. Marziale & Carvalho3 investigaram a adoção de posturas do trabalhador de enfermagem na execução da atividade de preparo de medicação, e observaram que a postura mais freqüentemente adotada pelos trabalhadores, quando do preparo de medicações no posto de enfermagem é a em pé, parado, com a coluna vertebral inclinada (48,9%), seguida pela postura em pé, parado com a coluna vertebral ereta (40,0%). Os autores referiram também a adoção de posturas consideradas penosas com estiramento da coluna vertebral, durante o preparo de soro. Safiano et al19 analisando a equipe de enfermagem composta por 56 trabalhadores de um Hospital Particular em Curitiba, encontraram um grave comprometimento à saúde destes trabalhadores no que diz respeito à lesões ósteo-articulares desencadeado pela sobrecarga em relação ao esforço físico em 67,9%. No que se refere ao processo saúde-doença os autores observaram o desenvolvimento e aparecimento de doenças ocupacionais, sendo a cervicodorsolombalgia a mais freqüente (89,4%), estando essa relacionada ao transporte de pacientes e também na mobilização do cliente no leito hospitalar. Diante dessas considerações, grupos de pesquisadores e organizações internacionais passaram a recomendar a utilização de uma abordagem ergonômica para a prevenção e redução de lesões do sistema musculoesquelético advindas das atividades diárias do trabalho na área da saúde5,19,20. Segundo Zanon & Marziale6 é importante enfatizar a necessidade de adoção de posturas corretas na execução dos procedimentos técnicos desenvolvidos pelos elementos componentes da equipe de enfermagem durante a formação desses profissionais. A ergonomia na saúde As condições de vida e trabalho geram condições favoráveis para o desgaste da saúde do trabalhador devendo ser compreendida pelas categorias ocupacionais e organizacionais. Assim, a abordagem de saúde do trabalhador consiste na promoção de cuidados e proteção em seu local de trabalho, possibilitando minimizar riscos a que estes estão expostos, fazendo com que participem do seu processo de saúde, objetivando diminuir riscos ocupacionais 21,22. Dentro desse contexto a ergonomia no campo da saúde, busca o conhecimento sobre o processo de trabalho com enfoque no sentido coletivo, sua organização e um olhar voltado para a qualidade de vida do trabalhador no seu ambiente de trabalho. Segundo Codo23 a Ergonomia se ocupa com fatores relacionados à postura, movimento e ritmo determinado pela atividade e do conteúdo dessa atividade nos seus aspectos físicos e mentais. “Seu objetivo principal é contribuir para que as necessidades humanas no ambiente ocupacional, bem como a promoção de saúde e bem-estar sejam supridos, ou seja, é procurar adaptar o trabalho ao trabalhador”20 (p. 181). De acordo com a World Health Organization, a prevenção de lesões no sistema musculoesquelético deve ser realizada utilizando uma abordagem ergonômica, mediante o melhoramento do ambiente, instrumentos, equipamentos e métodos de trabalho18. A finalidade de se desenvolver um plano de mudanças com a aplicação da um programa ergonômico no ambiente de trabalho se torna importante porque através do mesmo são desenvolvidos procedimentos capazes de minimizar a dor e o desconforto dos profissionais, proporcionando além de conforto, produtividade e isto se torna possível por meio de adequações do local de trabalho, bem como, de suas acomodações e condições de saúde1 . Na percepção de Vélez Benito 24 A utilização racional dos conhecimentos ergonômicos apropriados a cada realidade, viabiliza a melhoria da produtividade, promove a redução de acidentes e de custos, manifestadas através do absenteísmo, conflitos, falta de interesse pelo trabalho etc ( p 21) Dessa forma é possível, por meio da ergonomia, prover a recuperação dos trabalhadores que sofrem com as DORT ou diminuir os índices da doença uma vez que através da aplicação de métodos de prevenção ergonômicos pode-se minimizar estressores, condições de saúde e prevenir as DORT25. Para a prevenção de lesões e algias vertebrais ocupacionais em trabalhadores de enfermagem, é necessária a implementação de métodos mais seguros e eficazes para o levantamento e a transferência de pacientes. Ainda, é importante que haja uma adaptação dos equipamentos e mobiliários utilizados para uma maior segurança, conforto e satisfação20,26. Abordagem ergonômica através de exercícios físicos e análise de posto de trabalho Raffone & Hennington2 com base na literatura sugerem que sejam adotadas medidas no sentido de indicar e orientar a prática de uma atividade física ou esporte de forma regular pelos trabalhadores de enfermagem. Um componente importante desta estratégia é estimular os mesmos a adquirirem uma nova cultura de hábitos saudáveis, visando melhorar suas condições de saúde, tornando-os capazes de condicionarem-se e permanecerem fisicamente capazes para realização de suas atividades laborativas, na sua vida diária (profissional, familiar e no lazer) e ter ainda reservas suficientes de energia para enfrentar eventuais necessidades físicas extras11. Carvalho27 observam que apesar da saúde do trabalhador da área de saúde estar relacionada a diferentes fatores, esta também depende da postura adotada durante as atividades laborais e os vícios de postura constituem um dos principais causadores de desvios e alterações da coluna vertebral, de ossos, articulações, músculos e tendões, causando dores e alterações da função, portanto, a manutenção de uma postura correta é fundamental para evitar lesões e desgastes, e esta se consegue através da educação postural, atenção e vigilância contínua. Nesse contexto a cinesioterapia/ginástica laboral é definida como um conjunto de práticas elaboradas a partir da atividade profissional três vezes por semana, ou diariamente, por períodos que variam de 8 a 12 minutos, durante a jornada de trabalho que visa compensar as estruturas mais utilizadas no trabalho e ativar as que não são requeridas, relaxando-as e tonificando-as. Ela atua de forma preventiva e terapêutica, e representa uma ferramenta importante ao profissional da saúde submetido a desgaste físico e mental28. Tal prática objetiva diminuir o número de acidentes de trabalho, prevenir doenças originadas por traumas acumulativos, atenuar a fadiga muscular, aumentar a disposição do funcionário ao iniciar o trabalho e retornar a ele, além de promover maior integração no ambiente laboral28. Nascimento & Moraes11 descrevem alguns dos inúmeros benefícios que a prática de pequenas séries de exercícios laborativos durante a jornada de trabalho podem trazer: redução dos níveis de ansiedade, correção dos vícios posturais, aumento da flexibilidade, redução das tensões musculares, ativa a circulação, favorece a conscientização corporal, diminuição dos riscos da DORT,diminuição do absenteísmo, melhora da condição física geral, aumento do ânimo e disposição para o trabalho, e promoção do autocondicionamento orgânico. De acordo com Alves29, os exercícios em forma de Ginástica Laboral ativam a circulação periarticular com aquecimento tecidual e neuromuscular, que são imprescindíveis às atividades que exijam atenção e tomadas de decisão que resultam em atos motores, promovendo o ganho de força pelo alongamento muscular restaurador do potencial contrátil, melhorando o retorno venoso, a capacidade ventilatória e a postura, reduzindo, também, o estresse. Segundo Zill28 a ginástica laboral pode ser realizada no início da jornada de trabalho (preparatória ou de aquecimento) com duração aproximada de 10 a 12 minutos; durante a jornada de trabalho (compensatória) com duração de 5 a 10 minutos ou no final da jornada de trabalho (relaxamento) durante 10 ou 12 minutos. Diferentes estudos sugerem que um programa regular de exercícios, acompanhado por abordagem instrucional ergonômica, pode reduzir sintomas músculo-esqueléticos em trabalhadores de enfermagem29,30,31, 32. Maciel et al30 referem uma série de benefícios advindos da ginástica laboral aos profissionais de saúde. Entre eles os autores citam os benefícios fisiológicos (prevenir a DORT/LER; prevenir lesões; diminuir tensões generalizadas e relaxar; amenizar fadiga muscular e emocional; prevenir o estresse; melhorar a postura; melhorar a condição do estado de saúde geral), psicológicos (reforçar a auto-estima; aumentar da capacidade de concentração no ambiente de trabalho; conquista do momento destinado a ele; valorização do funcionário (homem/ profissional) e sociais (melhora o relacionamento interpessoal; melhorar a comunicação interna; participação ativa nas palestras debates e dinâmica de grupo). Alexandre et al.32 estabeleceram um programa de educação com uma abordagem ergonômica e exercícios específicos para auxiliares de enfermagem no ambiente hospitalar. O programa envolveu parte educativa, com abordagem ergonômica, e a realização de exercícios executados durante o horário de trabalho, duas vezes por semana, em um período de quatro meses. Os resultados mostraram uma diminuição estatisticamente significativa na freqüência de dor cervical durante os últimos dois meses e durante a última semana no grupo tratado. Houve redução também na intensidade da dor cervical em ambos os períodos (2 meses; 7 dias) e da dor lombar na última semana. Com base nesses resultados os autores sugerem que um programa regular de exercícios, acompanhado por abordagem instrucional ergonômica, pode reduzir os sintomas músculo-esqueléticos em trabalhadores de enfermagem. CONSIDERAÇÕES FINAIS Os deslocamentos, as freqüentes idas e vindas na execução de procedimentos junto aos leitos, períodos prolongados em pé, em geral mais de seis horas durante as jornadas de trabalho, manuseio de cargas pesadas, são as principais causas relacionadas aos danos do sistema músculo-esquelético nos profissionais de enfermagem. Atualmente as estratégias ergonômicas que visam prevenir os problemas osteomusculares entre os profissionais de Enfermagem, procuram combinar diferentes abordagens em um único programa uma vez que uma série de outros fatores estão relacionados as lesões musculares nesses trabalhadores. Entre elas podemos citar a formação de elevação e movimentação pacientes, alteração de trabalho, orientação do estilo de vida, mudanças organizacionais no trabalho, uso de dispositivos mecânicos, exercícios e relaxamento. Considerando as condições de trabalho desses profissionais, a Ginástica Laboral apresenta-se como uma das estratégias ergonômicas de fundamental importância, pois atua de forma preventiva e terapêutica, auxiliando na diminuição dos índices dos problemas músculo-esqueléticos no ambiente hospitalar, promovendo a saúde do trabalhador se destacando por apresentar resultados mais rápidos e diretos na promoção da saúde e melhoria da qualidade de vida. 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